
Trinta e um dias depois do início das obras no futuro estádio do Corinthians, em Itaquera, a reportagem do Globoesporte.com voltou ao local para ver o que mudou neste período. E o que se viu foi um aumento no número de funcionários, máquinas a pleno vapor e terra para todos os lados.
- Iniciamos com seis máquinas e atualmente estamos com aproximadamente 80. Começamos com 20 pessoas e hoje temos cerca de 150 homens trabalhando. Neste período, houve ainda o fechamento de 50% do terreno, além da limpeza de praticamente toda a área por meio da terraplenagem - explicou Frederico Barbosa, gerente operacional da construtora Odebrecht.
Visualmente, a principal mudança ocorreu no local em que estavam situados os campos de futebol do antigo centro de treinamento da base do Corinthians. O que antes era gramado virou um gigantesco terrão. Do antigo CT, só sobrou uma parte do alojamento, agora utilizada como escritório dos engenheiros.
- O aterro onde eram os campos já está bastante evoluído. Em breve o local estará preparado para o início das fundações. A obra está conforme o previsto, dentro do programado - informou Frederico.
Ao caminhar pelo terreno, uma placa fincada no meio de um declive chama a atenção: “Centro de campo. Marca do pontapé inicial”.
- A idéia de colocar a marquinha do pontapé inicial surgiu pela curiosidade de quem visita o local das obras. Torcedores, autoridades, todos querem ter a informação de onde será o centro do campo. Solicitei então que a topografia materializasse esse ponto para servir de referência para todos que visitam o futuro estádio do Corinthians.